Na onda "toda forma de amor é válida" a grande Diva da teledramaturgia Global, Glória Peres, deu mais uma prova da sua incessante cristividade. Como falar de homossexualidade já é tão
last season a onde agora é abordar a pansexualidade. Tudo é lindo, tudo é fálico, tudo vale a pena ser amado. E na contramão dos clichês folhetinescos, Maya não casará nem com Bahuan nem com o Raj. O sortudo, ou melhor sortuda, que esposará a formosa Juliana Paes não é nada menos do que uma
árvore.

Mata-se dois coelhos numa cajadada só: abre-se espaço para toda uma discussão acerca da sexualidade livre, e também abraça o importante tema: "ame a natureza"
Como lembrou bem meu amigo Fantine, se árvore for soropositiva vai dar uma apimentada na história, bem como galho a mais, galho a menos, não vai ter tanta diferença caso a Juliana Paes queira engatar um caso extraconjugal com outros personagens.
Sabendo que Glória Peres é do Acre e que toda ficção guarda traços autobiográficos escondidos, me pergunto sobre como deve ter sido a adolescência da autora.
A gente não escolhe quem amar. É destino, maktub.